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Artistas atalaienses são habilitados para participar do Festival Dendi Casa Tem Cultura

Festival é iniciativa do Governo de Alagoas para ajudar os artistas da terra nesse período de pandemia da Covid-19.

14/05/2020 12h24 Atualizada há 2 semanas
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Por: Phablo Monteiro
Os atalaienses Juninho Love, Marlon Rossy e Xameguinho estão habilitados participar do Festival promovido pela Secult Alagoas.
Os atalaienses Juninho Love, Marlon Rossy e Xameguinho estão habilitados participar do Festival promovido pela Secult Alagoas.

Os artistas atalaienses Xameguinho, Marlon Rossy e Juninho Love foram habilitados para participar do Festival Dendi Casa Tem Cultura. O Festival é uma iniciativa do Governo de Alagoas, através da sua Secretaria de Cultura que irá remunerar e ajudar os artistas da terra nesse período de pandemia da Covid-19, que obrigou todos eles a ficarem em casa, longe de suas atividades culturais. Resultado final dos selecionados está previsto para o dia 22 de maio. 

A realização deste Festival era uma cobrança da classe artística que, diante das medidas de distanciamento social, da proibição de shows e do fechamento de bares, restaurantes, galerias de arte e teatros, estava sem poder levar a cultura para os palcos.

Segundo a secretária estadual de Cultura, Mellina Freitas, o evento virtual tem como objetivo estimular a cadeia da economia criativa de Alagoas, fomentando, assim, a produção cultural local. “Nosso intuito é gerar renda e oferecer arte e cultura gratuita à população durante o período de quarentena causado pela Covid-19, sem oferecer riscos à saúde, incentivando os alagoanos a ficarem em casa”, destaca a secretária.

Tudo on-line

O Festival acontecerá de forma on-line, com duração mínima de 40 minutos e máxima de uma hora, com uma programação que será formatada, conjuntamente, pela Secult e pelos artistas. Serão contempladas as categorias de artes cênicas, banda, instrumental, literatura, voz e violão e formação técnica das diversas manifestações da cultura popular, cultura afro-brasileira, de comunidades tradicionais e movimento LGBTQIA+, dentre outros.

*Com informações Secult AL.

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