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Eleições 2018

Esquerda mostra fragilidade, agoniza e agora culpa o WhatsApp pela iminente derrota

TSE vai apurar se tem fundamento a

20/10/2018 11h50Atualizado há 1 ano
Por: Phablo Monteiro
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Tanto Haddad como Manuela foram alvo de denuncias de uso de caixa 2 em suas campanhas eleitorais.
Tanto Haddad como Manuela foram alvo de denuncias de uso de caixa 2 em suas campanhas eleitorais.

Em uma eleição marcada pelos adjetivos, o marcante cinismo da esquerda mais uma vez salta aos olhos e traz à tona aquela famosa máxima de que o pior cego é aquele que não quer ver.

Talvez seguindo mais uma ordem do encarcerado ex-presidente Lula, que cumpre pena em Curitiba por crime de corrupção e lavagem de dinheiro, Haddad e sua vice comunista foram ao TSE pedir a impugnação da candidatura de Bolsonaro, alegando caixa 2 em beneficio de sua campanha.

Logo Haddad que é alvo de investigação da Força Tarefa da Lava Jato em São Paulo, por uso de caixa 2 na sua campanha à Prefeitura em 2012. Fato esse apontado em delação premiada da publicitária Mônica Moura, onde afirmou que Haddad sabia do uso de caixa 2 na sua campanha de prefeito. “Ele (Haddad) tinha conhecimento. Falava que sabia, mas sempre dizia que o Vaccari vai resolver isso”, aponta Mônica Moura. CLIQUE AQUI

Logo a comunista Manuela d’Ávila, nome presente nas planilhas da Odebrecht, onde segundo o delator Alexandrino de Alencar, foram repassados 300 mil reais através de caixa 2 para a sua campanha à Prefeitura de Porto Alegre, em 2008. E, que, dois anos mais tarde, destinou mais 50 mil reais, também através de caixa 2, para ajudá-la a se eleger deputada federal. CLIQUE AQUI 

Para a esquerda, mesmo o juiz Sergio Moro apresentando uma sentença de centenas de páginas, com profundo embasamento jurídico e com inúmeras provas, condenando Lula ou qualquer outro integrante do PT, tudo não passa de uma grande mentira e de um grande golpe.

Para a esquerda, mesmo Antônio Palocci, homem forte dos Governos Lula e Dilma, abrindo o jogo e fazendo acusações contra os ex-presidentes, a exemplo de que Dilma gastou em sua última campanha presidencial 1.6 bilhões de reais, sendo a maior parte através de caixa 2, tudo não passa de uma grande mentira e de uma armação para um golpe.

Mas, se a Folha de São Paulo, sem o menor indicio de provas, publica uma matéria da jornalista Patrícia Campos Mello, que em 2013 declarou que “Eu sou uma pessoa de esquerda e sempre votei no PT” (confira o vídeo no final da matéria), acusando o candidato do PSL de se beneficiar de uma grande arquitetura montada por empresários, que através do WhatsApp, disseminaram “Fake News” contra a candidatura petista, a esquerda se vitimiza diante dessa teoria da conspiração, considerando um dos maiores crimes já praticados na história do país. “Isso seria um escândalo de proporções avassaladoras”, palavras de Haddad, que talvez não tenha a mesma opinião sobre o Mensalão e o Petrolão.

Parece que a coerência não chegou nem a bater a porta da esquerda, preferindo passar bem longe. E, tal fato, só reforça a brilhante tese apresentada no épico  discurso de Cid Gomes, senador eleito pelo Ceará, cobrando uma autocrítica de um partido, que neste momento de desespero, prefere condicionar a sua iminente derrota as mensagens em grupos do WhatsApp, do que aos seus erros a frente da Presidência da República, que levaram o Brasil ao caos, ao desemprego, a falta de esperança e a necessidade de apostar em algo totalmente novo, para mudar essa terrível realidade.      

E, para encerrar, deixo aqui um trecho da matéria do site O Reacionário: “É preciso deixar claro que o jornalismo deve ser livre e independente, mas que a sociedade tem o direito de repudiar a militância extremista travestida de informação. Não é possível que alguém que se apresenta como profissional de imprensa faça acusações tão contundentes como a de caixa dois sem ao menos apresentar um único documento”.

Veja o vídeo: 

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