
Acordamos todos os dias para o trabalho, economizamos, investimos, colocamos nossos esforços para que, futuramente, tenhamos uma vida mais tranquila, mais confortável e uma aposentadoria considerável para vivermos bem durante a velhice.
Quem nunca poupou algum dinheiro a fim de usá-lo posteriormente, pensando em renovar o guarda-roupa, comprar um novo iPhone, adquirir aquele aparelho com o qual sempre sonhou ou até mesmo trocar de carro, comprando um modelo novo, do ano?
Mas será mesmo que todo o nosso esforço, pensando somente em guardar dinheiro, vale tanto assim?
Ao ler o livro “Morra sem nada: Aproveite ao máximo sua vida e seu dinheiro e morra zerado”, de Bill Perkins, observei que as experiências que podemos ter na vida valem muito mais do que os bens que adquirimos — os quais, ao longo do tempo, se deterioram, se desgastam.
Isso, contudo, não quer dizer que devemos gastar tudo o que temos sem pensar no futuro ou sem economizar para o que está por vir.
Devemos, sim, priorizar as experiências que podemos viver, em vez de focar apenas nos bens materiais e na acumulação de riquezas.
Podemos priorizar uma viagem, ao invés do iPhone novo que tanto queremos. Certamente, a experiência de conhecer novos lugares e pessoas ficará muito mais marcada na memória do que a sensação momentânea de abrir uma simples caixinha com o novo aparelho que compramos.
O conceito é simples: o que você viveu ao conhecer novos ambientes, novas pessoas, de ter viajado, de não ter poupado para as aventuras da vida, trará uma gama de possibilidades para o seu futuro.
É uma reflexão que vale a pena ter. Precisamos estar cientes de que nada do que possuímos poderá ser levado para sempre. Aproveitar o que temos e o que isso pode nos proporcionar é, sem dúvida, a melhor forma de viver.
Pense comigo!
Um forte abraço!
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