
No próximo dia 09 de agosto, a cidade de Atalaia receberá o projeto Interior Cena Brasil, que traz para Alagoas a exibição de filmes nacionais de forma gratuita. A partir das 19 horas, na Praça do Trevo, a população de Atalaia poderá assistir, de forma gratuita, o longa Narradores de Javé, de Eliane Caffé, com José Dumont e Matheus Nachtergaele no elenco.
A proposta do projeto é apresentar produções que dialogam com a realidade ambiental do país, aproximando o público dessas reflexões em sessões ao ar livre, trazendo para o estado uma experiência inédita de exibição de longas metragens em alta definição em uma grande tela inflável de 10 metros por 6 metros. Temas como água, energia, lixo, agrotóxicos, povos originários e florestas ganham espaço nas telas por meio de obras dirigidas por cineastas consagrados.
Após a exibição do filme em Atalaia, a população será convidada a participar de um bate-papo com realizadores, críticos de cinema, ambientalistas e convidados, ampliando as discussões sobre os temas abordados nos filmes.
Realização e apoio
O projeto “Interior na Cena Brasil” foi idealizado pelo produtor e pesquisador Leonardo Conde, da VFC Produções. com o patrocínio do Instituto Cultural Vale, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet), com a produção local de Marola Produções Audiovisuais e conta com o apoio das prefeituras de Marechal Deodoro, Atalaia, Murici.
A estreia será no dia 8 de agosto, em Marechal Deodoro, no Largo do Convento, às 19h, com a exibição do filme “Ainda estou aqui”, de Walter Salles.
Na segunda-feira (11), Murici recebe a exibição do longa Saneamento Básico, de Jorge Furtado. A sessão acontece na Praça Eucene Tenório, às 19h, com entrada gratuita.
Sinopse do filme que será exibido em Atalaia
Narradores de Javé - direção de Eliane Caffé, com José Dumont e Matheus Nachtergaele no elenco.
A pequena cidade Javé será submersa pelas águas de uma represa. Seus moradores não serão indenizados e não foram sequer notificados porque não possuem registros nem documentos das terras. Inconformados, descobrem que o local poderia ser preservado se tivesse um patrimônio histórico de valor comprovado em "documento científico".
Decidem então escrever a história da cidade, mas poucos sabem ler e só um morador, o carteiro, sabe escrever. Depois disso, o que se vê é uma tremenda confusão, pois todos procuram Antônio Biá, o escrivão da obra de cunho histórico, para acrescentar algumas linhas e ter o seu nome citado.

